Fugindo de si

Andando e andando sem rumo com aquele sentimento estranho, estou doido? Não! Meio alcoolizado talvez.
Tentando fugir de minha própria mente. Idiota! Como fugir de si mesmo?
Qualquer sinal de distração me atrai.
Me dê mais bebida!
Andando e andando cada vez mais tonto.
Que porra é essa que está fumando? Me dê!
Desnorteado, sorrindo para o nada.
Eu sou o máximo!
Sorrindo com minha máscara de faz de conta. Sorrisos de dor e angústia que só minha alma sabe.
Droga! Sou um lixo.
Hey! Me beija?
Linda demais. Mas quem era? Ah, tanto faz!
Sorriso de dor, aquele sorriso do sentimento mais profundo.
Me dê mais essa bebida!
Sem raciocínio para o real.
Andando e andando vendo tudo ao mesmo tempo.
Vejo seu rosto e não me lembro mais de nada.

Droga!
Andei e andei…
Fugi e fugi…
Mas como fugir de si mesmo?

William Heleno

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